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Lojas podem barrar clientes sem proteção

As lojas podem proibir a entrada e a permanência a clientes sem máscara de proteção. A obrigação tem força de lei, mas não está prevista punição para quem não cumpra, ao contrário do que sucederá nos transportes públicos. A Confederação do Comércio e Serviços (CCP) apela ao civismo das pessoas.
A obrigação tem força de lei, mas não está prevista punição para quem não cumpra, ao contrário do que sucederá nos transportes públicos
Foto: Henriques da Cunha / Slideshow / Global Imagens
Além do comércio, o uso de máscaras também será obrigatório em cabeleireiros, barbeiros ou esteticistas (exceto quando o uso é impossível) e em edifícios de atendimento ao público.

João Vieira Lopes, presidente da CCP, disse ao JN que a máscara é fundamental para garantir a confiança de clientes e trabalhadores. "Devemos primeiro pedir que ponham a máscara e esperar que tenham bom senso e cumpram as recomendações". Se os clientes não seguirem a lei, os comerciantes podem recusar-se a atendê-los.

Nas escolas e creches, que abrem no dia 18, professores e funcionários terão de usar máscara. Os testes de despiste a 29 mil trabalhadores começam hoje. Para os alunos, só será obrigatório a partir dos seis anos. As recomendações sobre, por exemplo, que professores pertencem a grupos de risco ou quantos alunos haverá por sala deverão ser entregues nos próximos dias, espera Filinto Lima, da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos de Escolas Públicas.
Dentista sem espera

Nas clínicas dentárias, as regras incluem a proibição de filas de espera (as consultas terão de acontecer à hora combinada) e de revistas. A norma da Direção-Geral de Saúde (DGS) manda que, na marcação da consulta, se pergunte às pessoas se têm sintomas ou diagnóstico positivo à covid-19. Os infetados só podem ser atendidos se for uma urgência e em horários em que não se cruzem com outros doentes. Quanto aos profissionais, não podem usar adereços como colares ou relógios e devem ter unhas "curtas e limpas", sem "verniz, gel, gelinho".
Acordo de boas práticas
A CCP e associações de comércio e serviços assinam hoje com a DGS, na presença do primeiro-ministro, um protocolo de cooperação com regras de funcionamento e de proteção.
Nos oculistas, os puxadores de portas serão limpos de hora a hora e locais como os balcões pelo menos seis vezes por dia. Os óculos experimentados pelos clientes terão de ser desinfetados. E terá de haver um intervalo de 45 minutos entre consultas de optometria.
Nos cabeleireiros, as revistas serão banidas, bem como cumprimentos com beijo ou abraço. Os trabalhadores terão de manter um registo diário de sintomas de covid-19.
Nos stands, além das regras de distanciamento, limpeza e proteção comuns a todos os setores, está previsto que só possam estar dentro de um carro duas pessoas em simultâneo, uma à frente e outra atrás, e de máscara. Só pode haver quatro pessoas por cem metros quadrados.
Medição da febre
As empresas já estão autorizadas a medir a temperatura corporal aos trabalhadores e travar-lhes o acesso e permanência no local de trabalho se registarem febre.
Imunodeprimidos
Imunodeprimidos e doentes crónicos, como hipertensos, diabéticos ou oncológicos podem justificar com declaração médica as faltas no trabalho, desde que não possam fazer teletrabalho.
Cartão de cidadão
O prazo de documentos como o cartão de cidadão ou carta de condução foram prolongados até 30 de junho.
Imobiliárias e cantinas
As imobiliárias e cantinas ou refeitórios poderão abrir portas em condições normais, já a partir de segunda-feira. Estão na lista de atividades autorizadas pelo Governo.

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